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Quanto é a parcela do FIES depois de formado​?

O FIES é um dos programas mais importantes para ajudar estudantes a conseguirem realizar o sonho da graduação. Mas quando aparece a palavra “financiamento”, muitos ficam preocupados, com medo de endividamento.

Sim, esse tipo de cuidado é necessário, mas fique tranquilo: o FIES foi pensado para ser justo e proporcional à sua renda. Com planejamento, é possível não se enrolar financeiramente e fazer seu curso sem ansiedade com as contas.

Vamos desmistificar algumas informações importantes sobre o FIES. Ao final, você vai entender como é feito o cálculo, quais são os prazos, formas de pagamento e, principalmente, como se planejar para quitar o financiamento sem passar por aperto financeiro. Confira!

Como funciona o pagamento do FIES depois de formado?

O FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) é uma modalidade de financiamento facilitada para estudantes de baixa renda. Isso significa que, mesmo tendo algumas características diferenciadas, é preciso pagar o valor que o governo federal pagou à instituição de ensino.

Um dos seus principais diferenciais é que ele tem taxas mais atrativas do que as modalidades tradicionais. Além disso, ele só começa a ser pago após a sua graduação. Com isso, você consegue focar na sua formação, sem precisar trabalhar para quitar as parcelas.

Conheça as fases do FIES a seguir.

Período de utilização

O período de utilização é aquele que acontece a sua graduação. O financiamento estará ativo e o governo federal repassa os valores da sua mensalidade para a instituição. Ou seja, o estudante não desembolsa o valor integral do curso, podendo focar em frequentar as aulas.

Durante este período, você só precisará arcar com os juros do financiamento, que são pagos a cada 3 meses. Em janeiro de 2026, a média é de R$ 150 por trimestre, variando conforme o contrato. Mas esse é um valor bem menor do que a mensalidade do curso e não compromete o seu orçamento.

Período de carência

O período de carência é uma fase intermediária entre o fim do curso e o começo do pagamento do financiamento. Ele foi pensado para ser um período de adaptação, em que a pessoa pode focar em conseguir um novo emprego e organizar sua vida financeira antes de começar a assumir as parcelas. 

A principal vantagem é diminuir a pressão financeira logo após se formar. Você poderá procurar oportunidades com calma, estruturar seu orçamento e se preparar para pagar as parcelas no futuro.

Período de amortização

O período de amortização é quando o pagamento do FIES acontece de fato. Essa fase começa logo após o fim do período de carência ou, então, logo após a formatura nos contratos mais recentes.

As parcelas da amortização são calculadas com base em cálculos e critérios individuais, para tornar o valor acessível para cada pessoa. Um dos pontos que mais influencia no valor é a renda mensal do formado.

Período de carência do FIES: como funciona

O período de carência é o tempo de 18 meses entre a formatura do aluno e o início do período de amortização do financiamento. Ele era um “tempo de respiro” para o recém-formado conseguir organizar sua vida profissional.

O pagamento nessa fase segue o mesmo do período de uso, com valores trimestrais apenas de encargos administrativos e juros, também sendo compatível com o seu orçamento.

formando com colegas em cerimônia
O estudante tem um período de carência depois da formatura para pagar o Fies

Duração da carência

A duração do período de carência varia conforme o ano de contratação do financiamento. Quem firmou o contrato antes de 2017 tem 18 meses (um ano e meio) de carência após a sua formatura. A partir de 2018, os contratos não possuem carência formal.

Essa mudança aconteceu porque o programa foi reformulado, de forma que o valor das parcelas fosse calculado diretamente em relação à renda do formado. Por isso, se você e um amigo contrataram o FIES em anos diferentes, poderão ter experiências diferentes no pós-formatura.

Como saber qual regra do FIES se aplica ao seu caso

Para saber exatamente qual é a regra que vale para você, consulte o contrato do FIES. Essa informação está disponível no portal oficial do programa e terá o ano de contratação, o tipo de financiamento e as fases de pagamento.

O que se paga durante a carência do FIES?

Nos contratos que possuem o período de carência, o estudante pagará, ainda, uma parcela trimestral de juros. A média é de R$ 150, mas pode variar entre R$ 50 e R$ 200 por trimestre, com valores de janeiro de 2026. Os valores variam de acordo com o contrato que você tem. 

Quais são as vantagens do período de carência?

O período de carência é importante para quem acabou de concluir a graduação. Um dos principais é ter tempo mais tranquilo para buscar emprego na sua área, sem a pressão de parcelas altas logo nos primeiros meses.

Você poderá estruturar o orçamento familiar, entender seus gastos fixos e planejar as prioridades. Além disso, se você quiser fazer mudanças importantes na vida, como ir morar em outra cidade, fazer uma pós-graduação ou mais cursos de qualificação, poderá se organizar para isso também.

É possível pular a carência do FIES?

Sim, o estudante pode optar por não utilizar o período de carência previsto no contrato dele. O programa permite iniciar a amortização antecipada, começando a pagar o saldo devedor quanto antes.

Optar por isso pode ser uma vantagem: quando você começa a amortização antes, menor tende a ser o valor total pago, já que o saldo devedor começa a diminuir mais rapidamente. A solicitação de amortização antecipada pode ser feita diretamente pelos canais oficiais do financiamento.

Uma dica prática: você pode, também, usar esse período para construir uma reserva financeira e se estabilizar profissionalmente. Isso pode ajudar a tornar o início da amortização mais tranquilo e previsível.

Quanto é a parcela do FIES: como é feito o cálculo?

A parcela do FIES varia individualmente. O sistema foi criado para ser proporcional à capacidade de pagamento de cada formado. 

Vamos mostrar agora quais são os fatores que influenciam no valor da parcela.

Saldo devedor total

O saldo devedor é a base do cálculo da parcela. Ele representa o total que foi financiado ao longo do curso e que deverá ser pago após a graduação. O valor é formado por três elementos;

  • Valor da mensalidade;
  • Número de meses financiados;
  • Percentual do curso coberto pelo FIES.

Por exemplo, quem financiou 100% da mensalidade durante toda a graduação terá um saldo maior do que quem financiou apenas parte do valor. Além disso, quem tem um contrato que possui juros, o valor final pode incluir encargos acumulados ao longo do tempo.

gangorra de madeira com saco de dinheiro de um lado e livros e capelo do outro
O saldo devedor total pode mudar conforme o valor financiado e a ocorrência de juros

Renda mensal do formado

A renda mensal da pessoa que se formou é um dos pontos mais importantes para calcular as parcelas. O FIES considera quanto o recém-formado ganha após a formatura para definir um valor compatível com a sua realidade financeira. 

Para comprovar a renda, você pode usar documentos como holerite, informações do eSocial ou declaração de rendimentos. Além disso, essa informação pode ser atualizada periodicamente. 

Por exemplo, mudou de emprego e está ganhando mais? É possível mudar essa informação e reajustar o valor das parcelas para um valor maior. O mesmo pode acontecer caso fique desempregado, diminuindo a quantia a ser paga por mês.

Prazo de amortização

O prazo de amortização corresponde ao tempo disponível para quitar o seu saldo devedor. De acordo com as regras do programa, ele pode chegar a até 3 vezes a duração do curso, com tempo máximo de 14 anos. Quanto maior o prazo, menor tende a ser o valor da parcela.

Já prazos mais curtos vão gerar parcelas mais altas. Porém, você terá menos tempo de endividamento e menos incidência de juros sobre o valor financiado. O ideal é encontrar um equilíbrio entre uma parcela acessível e um prazo confortável.

Taxa de juros do contrato

A taxa de juros varia conforme o tipo de FIES contratado. Nos que foram firmados há mais tempo, a média fica entre 3,4% a 6,5% ao ano. Já no FIES reformulado, a partir de 2018, quem tem renda familiar bruta de até 3 salários-mínimos não paga juros sobre o saldo devedor.

Limite da renda

Por fim, um mecanismo importante de proteção do FIES para o estudante é a regra dos 10%. Isso significa que o valor da parcela não pode comprometer mais de 10% da renda bruta mensal do formado. 

Exemplos práticos: quanto vou pagar de FIES?

Se você ficou ainda um pouco perdido sobre como funcionam os valores do FIES, não se preocupe. Nós separamos alguns exemplos de situações reais para visualizar melhor.

Exemplo 1: curso de 4 anos com mensalidade de R$ 800 (financiamento 100%)

Neste cenário, o estudante escolheu uma graduação de 4 anos e a mensalidade é de R$800, que foi financiado totalmente pelo FIES. Ou seja, no final do curso, a quantia total financiada é de R$ 38.400.

Com um contrato novo, com juros zero e um prazo de amortização de 12 anos (seguindo a regra de três vezes a duração do curso), a parcela mensal fica, aproximadamente, R$ 267.

Porém, se a renda mensal após a formação for de R$ 2500, entra aí a regra dos 10% da renda. Neste caso, o valor é ajustado para R$ 250, respeitando o limite máximo permitido pelo programa.

Exemplo 2: curso de 5 anos com mensalidade de R$ 1.500 (financiamento 100%)

Neste exemplo, o estudante fez uma graduação de 5 anos, com mensalidade de R$ 1500, também 100% financiada. No final do curso, o valor total devedor é de R$ 90.000.

O prazo máximo permitido é de 14 anos. Distribuindo o saldo devedor por esse período, a parcela mensal é de, aproximadamente, R$ 536.

Porém, se o recém-formado passa a ter uma renda mensal de R$ 5000, há um ajuste automático, novamente, para o valor de 10% da renda. Esse exemplo mostra que, mesmo com um saldo devedor mais alto, o pagamento continua alinhado com a capacidade financeira do estudante.

moça vendo algo em celular e fazendo contas com calculadora
O saldo devedor do Fies se ajusta à capacidade de pagamento

Exemplo 3: curso de 4 anos com mensalidade de R$ 1.200 (financiamento 50%)

No nosso terceiro exemplo, o estudante optou por financiar apenas 50% da mensalidade. Durante o curso, ele pagava R$ 600 por mês diretamente para a instituição, enquanto o FIES arcava com os outros R$ 600.

Ao final da graduação, o valor ainda a ser pago é de R$ 28.800. Com o prazo de amortização de 12 anos, a parcela mensal fica próxima de R$ 200.

Com esse exemplo, você consegue ver como financiar parte do valor, dentro do seu orçamento, e fica com um saldo devedor menor no futuro.

Exemplo 4: situação de desemprego

Mesmo se o beneficiado pelo FIES ficar desempregado, o contrato não é encerrado, muito menos as mensalidades ficam paralisadas. Independentemente do saldo devedor acumulado, a parcela vai para o valor mínimo, de aproximadamente R$ 200.

Esse valor permanece o mesmo até que o estudante consiga um emprego e passe a ter uma renda mensal. Quando isso acontece, o sistema recalcula a parcela com base no novo rendimento, respeitando o limite de 10%

Tabela comparativa

Saldo devedorPrazoRenda mensalParcela (10% renda)Parcela calculada
R$ 40.00012 anosR$ 2.500R$ 250R$ 278
R$ 80.00014 anosR$ 4.000R$ 400R$ 476
R$ 120.00014 anosR$ 6.000R$ 600R$ 714

* Todos os valores são aproximados. Consulte seu extrato no SisFIES para ter o valor exato.

Prazo para pagar o FIES: quanto tempo tenho?

O FIES se destaca também pelo prazo longo para pagar, tornando-o acessível. Ele foi pensado para acompanhar a realidade do estudante. Vamos ver mais detalhes a seguir.

Regra geral do prazo

Segundo as regras do FIES, o prazo máximo de amortização é de até três vezes a duração do curso financiado. Além disso, a partir de 2018, o limite máximo é de 14 anos para pagamento.

Como o prazo afeta as parcelas

Quanto maior o prazo, menor tende ser o valor da parcela, já que o saldo devedor é distribuído por mais tempo. Porém, prazos mais longos tendem a gerar um valor total maior, especialmente se o contrato prevê juros.

Prazos por duração do curso

Para ficar mais claro, vamos mostrar como funciona a regra de acordo com a duração do curso:

  • 3 anos: até 9 anos para pagar;
  • 4 anos: até 12 anos para pagar;
  • 5 anos: até 14 anos;
  • 6 anos: até 14 anos.

Nos casos que tem carência prevista, o cálculo é feito da seguinte forma:

Carência (se houver) + amortização = prazo total

Flexibilidade para quitação

Mesmo com um prazo longo definido no contrato, o FIES permite trazer maior flexibilidade. Se você quiser, pode amortizar seu valor devido mais rapidamente e adiantar parcelas. Nos contratos que preveem juros, isso pode ajudar a diminuir o saldo devedor total. 

Formas de pagamento do FIES após a formatura

O beneficiado pelo FIES pode fazer seu pagamento do saldo devedor de diversas formas:

  • Desconto em folha: indicado para quem tem um vínculo formal de emprego. O valor da parcela é descontado automaticamente do salário;
  • Boleto bancário: opção para autônomos, freelancers e empresários. O boleto é emitido mensalmente e enviado por e-mail, ou disponibilizado no sistema;
  • Débito automático: o valor é cobrado automaticamente no seu cartão de crédito;
  • Pagamento via eSocial: voltado para quem possui empresa ou atua como empregador.

A forma de pagamento pode ser mudada sempre que houver alteração na sua situação profissional (por exemplo, deixar um emprego CLT para empreender). Caso fique desempregado, a parcela é reduzida automaticamente para o valor mínimo de R$ 200.

moça segurando cartão de crédito e celular
É possível pagar o Fies no débito automático do cartão

Como consultar o saldo devedor e o valor da parcela

Para consultar o saldo devedor, você deverá acessar o SisFies, que é o portal oficial para gestão do seu financiamento. Ele centraliza todas as informações do contrato e é sua principal referência.

Dentro do portal, você pode acessar diversas informações, tais como:

  • Saldo devedor atualizado;
  • Valor da próxima parcela;
  • Histórico de pagamentos;
  • Ver quais parcelas estão em aberto ou em atraso;
  • Extrato detalhado do financiamento;
  • Comprovantes de pagamento;
  • Situação cadastral do contratado (regular ou com pendências).

Para acessar os dados, acesse o SisFies e faça login com sua conta Gov.br. No menu principal, selecione “Extrato de financiamento”. Nele, você conseguirá visualizar o saldo devedor, valor da parcela e histórico de pagamentos. Vale a pena consultar o sistema a cada 3 meses.

Além disso, acesse o sistema sempre que:

  • Sua renda mudar;
  • Trocar o emprego;
  • Alterar a forma de pagamento;
  • Precisar acompanhar a quitação do financiamento.

Também é possível ver os dados no aplicativo oficial do FIES, que está disponível para dispositivos Android e iOS. Ele tem as mesmas funcionalidades do site, mas com a praticidade de poder ser acessado diretamente no seu smartphone.

Uma terceira possibilidade é a central de atendimento do FIES, pelo telefone 0800 616161. Você consegue tirar dúvidas, verificar informações do contrato e receber orientações diretamente do atendimento sobre pagamentos.

O que acontece se não pagar o FIES

Caso a pessoa não pague o FIES pode gerar diversas consequências para a sua vida financeira. Entender esses impactos ajuda a agir cedo e buscar soluções antes que a situação se agrave. Vamos mostrar as principais consequências a seguir.

Negativação do nome

Após cerca de 90 dias de atraso, o seu nome pode ser incluído em órgãos de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. Isso pode fazer com que você tenha mais dificuldades em ter cartões aprovados, conseguir outros financiamentos e empréstimos.

Inclusão no CADIN

Ficar com débito em aberto pode levar à inscrição no CADIN (Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público). Se isso acontecer, você pode ter dificuldades para fechar contratos em licitações (caso decida empreender) e, em alguns casos, dificulte a participação de concursos públicos.

Juros e multas

O atraso gera multa de 2% sobre o valor devido, mais juros de mora de 1% ao mês e correção monetária. Ao longo do tempo, os valores podem aumentar consideravelmente.

Cobrança judicial

Caso o atraso persista, o governo pode acionar a cobrança judicial. Se a dívida aumentar consideravelmente, pode acontecer um protesto em cartório e, até mesmo, penhora de bens. Se o seu contrato prevê um fiador, ele também poderá ser cobrado.

Impacto no score de crédito

Ter dificuldades para pagar dívidas reduz o seu score de crédito. O resultado disso é uma série de consequências na sua vida pessoal, como dificuldades de alugar imóveis, fazer compras a prazo e ter acesso a novas linhas de crédito.

E se eu estiver com dificuldade para pagar?

Neste caso, o melhor é agir rapidamente. Entre em contato com o FNDE ou com a instituição bancária e veja possibilidades de renegociação ou ajustes temporários. Vale a pena também manter os dados atualizados no sistema para refletir sua renda atual.

moça com mãos no rosto diante de contas
Quem tem dificuldade em pagar o curso pode buscar a renegociação

Caso esteja desempregado, atualize essa informação no SisFies. A parcela será reduzida para o valor mínimo. Separe os documentos, pois você precisará comprovar a situação nos canais oficiais.

Planejamento financeiro para quem vai pagar FIES

Se até aqui você ficou com medo, relaxe. Com planejamento financeiro, é possível se organizar para fazer os pagamentos corretamente e, até mesmo, quitar mais cedo, sem passar aperto.

Antes de formar: prepare-se

Comece o planejamento na graduação para evitar sustos financeiros depois da formatura. Algumas ações práticas que ajudam são:

  • Poupe parte da renda de estágio ou trabalho.
  • Crie uma reserva de emergência equivalente a 3 a 6 meses de despesas básicas.
  • Simule quanto será a parcela do FIES após a formatura.

No período de carência

Se o seu contrato tiver período de carência, use esses 18 meses de forma estratégica. Algumas prioridades são:

  • Foque na inserção no mercado de trabalho, preferencialmente na sua área de formação.
  • Organize seus gastos fixos e variáveis.
  • Quite suas dívidas que tenham juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial, para evitar efeito cascata no endividamento.
  • Continue poupando, pensando na futura amortização do financiamento.

Depois que começar a pagar

Quando a amortização começa, o planejamento precisa vir com foco total. Algumas dicas para isso são:

  • Orçamento mensal: inclua a parcela do FIES como uma despesa fixa. Reserve desde o início até 10% da renda mensal;
  • Priorize as dívidas: o FIES tem juros menores do que outras dívidas. Então, priorize quitar o quanto antes as dívidas com juros maiores, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais.
  • Invista em qualificação: quanto mais especializado você for, mais rapidamente a renda cresce. A parcela também subirá, mas o tempo de quitação diminui.
  • Metas de quitação: defina um objetivo claro, como “quitar o FIES em X anos”. A partir disso, calcule quanto precisa amortizar por ano e acompanhe a evolução. Isso ajuda a manter sua disciplina e o controle financeiro.
  • Reserva para imprevistos: mesmo pagando o FIES, tenha um fundo de emergência. Assim, em caso de problemas, você não atrasará as parcelas.
  • Conte com ferramentas de apoio: use aplicativos de controle financeiro, planilhas de acompanhamento mensal e simuladores de amortização do FIES para visualizar se o planejamento está seguindo bem.

Estudar com FIES na Unic é investir no seu futuro! Conheça nossos cursos e veja como podemos ajudar você a conquistar seu diploma com planejamento, segurança e apoio em cada etapa da sua formação.

Veja também: saiba como equilibrar a saúde mental no trabalho e no estudo!

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Conte com o FIES para começar sua graduação!

Agora você sabe tudo que influencia no valor da parcela do FIES, sabe como o programa é flexível e é uma possibilidade importante para quem não pode pagar os valores integrais de mensalidade, é o momento de dar um up na sua carreira. 

Mantenha a sua organização e planejamento e tenha o programa de financiamento com um aliado, e não como um pesadelo financeiro. E a Unic está ao seu lado, apoiando essa opção e tirando todas as dúvidas.

Fale com nosso atendimento para entender como funciona o FIES na Unic e comece já a sua faculdade dos sonhos com a gente!

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